Bem-vindo ao portal do Rhuan Pedroza!
Conheça o outro lado do empreendedor de sucesso. Aqui ele compartilha dicas de empreendedorismo e vida em equilíbrio para você encontrar a sua felicidade.
Existem momentos na vida em que seguir em frente deixa de ser apenas uma escolha e passa a ser um exercício diário de resistência. Há mais de três anos venho enfrentando uma realidade que mudou profundamente a minha maneira de enxergar a vida, o futuro, as relações humanas e até mesmo as decisões que preciso tomar todos os dias.
Atualmente, convivo com duas enfermidades cancerígenas: o Câncer Colorretal e o Carcinoma Basocelular, este último concentrado na região do rosto. Ao mesmo tempo em que enfrento os tratamentos e todas as incertezas que acompanham uma doença, também atravesso um período delicado emocionalmente, marcado pela depressão.
Não é simples explicar o que significa carregar tantas preocupações simultaneamente.
Existe o tratamento, existem consultas, exames, decisões médicas, possibilidades terapêuticas e a necessidade de compreender, juntamente com minha equipe médica, quais caminhos podem ser seguidos. Existem também as responsabilidades profissionais, os compromissos, as decisões administrativas e a necessidade de continuar conduzindo minha vida profissional mesmo quando, emocionalmente, muitas vezes eu gostaria apenas de parar por algum tempo.
Uma das partes mais difíceis dessa caminhada não está somente nas enfermidades. Está também na solidão.
Meu tratamento vem sendo realizado de maneira essencialmente solitária, sem o apoio próximo de familiares ou parentes. Tenho, felizmente, profissionais que me acompanham e oferecem o suporte necessário dentro de suas áreas de atuação, mas existe uma diferença enorme entre contar com profissionais preparados e ter alguém ao lado para compartilhar o medo, a angústia, o silêncio e aqueles momentos em que simplesmente não sabemos o que fazer.
Há situações em que uma pessoa não precisa necessariamente de uma solução.
Às vezes, ela precisa apenas de alguém que permaneça ao seu lado.
E essa é uma das experiências que mais tenho sentido durante esse período.
Enfrentar uma doença por mais de três anos transforma a maneira como enxergamos o mundo. O que antes parecia urgente pode deixar de ser. O que parecia pequeno passa a ter importância. E aquilo que imaginávamos que estaria presente em nossa vida pode simplesmente desaparecer.
A doença também ensina, de uma maneira muito dolorosa, quem realmente permanece.
Existe ainda um aspecto sobre o qual nem sempre se fala quando alguém enfrenta uma doença grave: a vida afetiva.
Atualmente, entrar em um relacionamento tornou-se algo extremamente difícil para mim.
Conhecer alguém, criar uma aproximação, desenvolver sentimentos e imaginar a possibilidade de construir uma relação amorosa já não acontece da mesma maneira. Antes mesmo de qualquer possibilidade de relacionamento, existe uma realidade que precisa ser apresentada: existe uma pessoa que está enfrentando uma doença, que possui tratamentos, limitações, preocupações e um peso emocional que não desaparece simplesmente porque surgiu alguém interessante.
Muitas tentativas de aproximação acabam frustradas justamente por causa dessa realidade.
Não escrevo isso para responsabilizar ninguém. Cada pessoa possui seus próprios limites, seus medos e suas escolhas. Uma doença grave também pode assustar quem está do outro lado.
Mas, para quem está doente, existe uma consequência emocional muito difícil: começa a surgir a sensação de que a própria enfermidade passou a ocupar um espaço tão grande na vida que quase não sobra lugar para construir uma nova história com alguém.
É difícil explicar para uma pessoa que estamos tentando conhecê-la enquanto, ao mesmo tempo, precisamos lidar com consultas, tratamentos, exames, decisões médicas e preocupações sobre o próprio futuro.
É difícil começar um relacionamento quando a própria vida está atravessando um período de tantas incertezas.
E, principalmente, é difícil não pensar se alguém será capaz de permanecer quando conhecer toda a realidade que existe por trás de nós.
Outra parte extremamente desgastante dessa caminhada é precisar tomar decisões constantemente.
Minha equipe médica apresenta possibilidades, caminhos e opções relacionadas ao tratamento. Cada alternativa precisa ser analisada com cuidado, considerando os riscos, os benefícios e as consequências que podem existir.
Ao mesmo tempo, minha vida profissional continua exigindo decisões.
Tenho responsabilidades, compromissos e assuntos profissionais que não podem simplesmente desaparecer porque estou enfrentando uma doença. Muitas vezes preciso tomar decisões importantes enquanto emocionalmente estou tentando administrar minhas próprias dificuldades.
Existe uma espécie de divisão permanente dentro de mim: de um lado, a pessoa que precisa cuidar da própria saúde; do outro, o profissional que precisa continuar cumprindo suas responsabilidades.
E nem sempre é fácil equilibrar essas duas partes.
A depressão tornou essa caminhada ainda mais complexa.
Depois de mais de três anos convivendo com enfermidades, tratamentos, incertezas e uma rotina marcada por decisões difíceis, o impacto emocional não pode ser ignorado.
A doença não afeta somente o corpo.
Ela também alcança os pensamentos, os sentimentos, a autoestima, os relacionamentos e a maneira como enxergamos o futuro.
Existem dias em que continuar trabalhando é uma forma de manter a mente ocupada. Existem dias em que o silêncio parece ser a única alternativa. Existem momentos em que conversar com alguém parece difícil até mesmo quando existe vontade de conversar.
E existe também o cansaço de precisar demonstrar força o tempo inteiro.
Durante muito tempo, talvez eu tenha aprendido a mostrar para as pessoas que conseguia continuar. Mas continuar não significa não sentir dor. Continuar não significa não ter medo. Continuar não significa estar emocionalmente bem.
Às vezes, continuar significa apenas levantar todos os dias e fazer o possível.
Falar sobre tudo isso publicamente não significa pedir que tenham pena de mim.
Também não significa transformar a doença em uma identidade.
Sou muito mais do que os diagnósticos que carrego.
Continuo sendo uma pessoa com sonhos, responsabilidades, projetos, pensamentos, sentimentos e vontade de continuar construindo a própria história.
Mas também preciso reconhecer que estou vivendo um momento delicado.
Não existe vergonha em admitir isso.
Durante muito tempo, a sociedade ensinou que precisamos esconder nossas fragilidades. Precisamos aparentar força, produtividade e controle. Porém, quando alguém enfrenta uma doença grave, fingir que está tudo bem pode ser ainda mais doloroso do que admitir que não está.
Por isso, escolhi falar.
Não sei exatamente quanto tempo essa fase irá durar.
Não sei quais decisões ainda precisarei tomar. Não sei quais serão os próximos desafios médicos, profissionais ou pessoais. E também não sei quando minha vida emocional conseguirá encontrar novamente um equilíbrio.
O que sei é que continuo caminhando.
Tenho profissionais que me acompanham durante esse processo e que têm sido fundamentais para que eu consiga atravessar cada etapa. E, mesmo enfrentando grande parte dessa trajetória de maneira solitária, continuo tentando encontrar forças para seguir.
Talvez este texto seja, acima de tudo, um registro de um período muito difícil da minha vida.
Um registro de alguém que precisou aprender a conviver com a doença, com a solidão, com a depressão, com as incertezas profissionais e com as dificuldades de estabelecer novos vínculos afetivos.
Mas também é o registro de alguém que ainda está aqui.
Ainda trabalhando.
Ainda tomando decisões.
Ainda realizando seus compromissos.
Ainda enfrentando seus tratamentos.
Ainda tentando acreditar no futuro.
A doença faz parte da minha história neste momento, mas ela não pode ser toda a minha história.
E talvez essa seja uma das maiores batalhas que estou enfrentando: não permitir que aquilo que estou vivendo hoje determine tudo aquilo que ainda poderei viver amanhã.
BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (28/09/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza identificado Fístula Complexa Anorretal com Abscesso Isquiorretal e comprometimento da musculatura Esfincteriana realizou cirurgia de FISTULECTOMIA ANAL EM DOIS TEMPOS no dia 26/09/2025 sem intercorrências.
Paciente com 1 DPO Hemorroidectomia, clínica e Hemodinamicamente Estável, com boa evolução no pós-operatório, sem queixas no momento. Evacuações presentes, com presença de fatos, diurese presente e fisiológica, apresentando boa aceitação da dieta via oral, deambulando livremente.
Paciente com ALTA HOSPITALAR necessitando de 15 (QUINZE) dias de afastamento do trabalho e compromissos públicos por motivo de recuperação da doença (pós-operatório) onde seguirá recomendações e receituário médico prescrito.
- Equipe Médica
Dr. Luiz Eduardo // Dr. Marcos Fernandes // Aux. Augusto Fonseca // Aux. Rafaela Lima
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (28/04/2025)
Informamos que o paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza não realizou cirurgia prevista para o dia 25/04/2025 em decorrência de alterações no quadro clínico.
Devido a episódios de alteração de pressão arterial é condições de risco no sistema cardiovascular, optamos por aguardar o prazo de 30 dias para realização de novos exames é um novo parecer cardiológico para avaliação de risco cirúrgico proposta para a cirurgia de Fistulectomia.
Em exame físico constatamos que o paciente precisará passar por dois procedimentos cirúrgicos, recomendado para a segurança da cirurgia no paciente é conclusão da erradicação da Fístula Perianal, procedimentos a ser realizado em períodos distintos com até sessenta dias após a primeira cirurgia, podendo haver alteração de um curto ou longo prazo.
O retorno das prescrições medicamentosas ficará sobre a responsabilidade da médica responsável Dra. Astrid Merino Silverio (RMS 2605609/PE).
O profissional responsável pela erradicação da Fístula Perianal é o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM - PE 26455 / RQE 10412).
Assim assinamos,
Dra. Mariana Vieira (CRM - PE 37726)
Dr. Augusto Antonio da Fonseca Neto (CRM - PE 36614)
HOSPITAL SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RECIFE, com paciente em atendimento na presente data, 25 de abril de 2025.
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (23/04/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza desde a sua última atualização do boletim médico, ocorrido no dia 05 de abril de 2025, sofreu alterações no seu quadro clínico. Entre os dias 05/04/2025 à 18/04/2025 o paciente realizou tratamento para o trato urinário com prescrições medicamentosas via oral. Após o fim do período recomendado do tratamento, foram realizados novos exames laboratoriais no dia 19/04/2025 onde se constatou resultado positivo e contínuo para infecções do trato urinário.
Em exame físico, foi constatado que o paciente apresenta fimose inflamada que precisa de avaliação para cirurgia do prepúcio, neste caso iremos definir um médico(a) Urologista para tratar da enfermidade.
Referente a doenças do reto que o paciente possui, como Câncer Anorretal, Câncer Colorretal e Fístula Perianal, suspendemos todas as medicações e procedimentos de Quimioterapia Oral, Intravenosa e Subcutânea desde o dia 20/04/2025, devido ao primeiro procedimento cirúrgico que o paciente irá realizar no dia 25/04/2025 para a erradicação da Fístula Perianal, o profissional responsável é o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM - PE 26455 / RQE 10412), leva-se em consideração que poderá haver alterações a depender do quadro clínico na presente data estabelecida.
O paciente continua desenvolvendo episódios de alteração da pressão arterial, fato comprovado em testes ergométricos, exames laboratoriais e medição arterial três vezes ao dia. Neste diagnóstico continuamos o tratamento via Oral e adotamos a Monitorização Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA), devido a enfermidades de doenças do reto, neste momento reafirmamos que não seria viável o diagnosticar um paciente com Hipertensão, sendo o mesmo observado.
Prescrevemos MORFINA para as dores fortes (7-10/10) causadas pela suspensão do tratamento via Oral, Intravenosa e Subcutânea do Câncer Anorretal, Câncer Colorretal e Fístula Perianal que o paciente possui para alívio das dores. Nesta presente data, 23 de abril de 2025 o paciente não apresenta dores de doenças do reto é do trato urinário, cabe-se informar que o efeito do alívio das dores e de 5 horas. Tratamento com morfina será administrada via oral até dia 25/04/2025.
Cabe-se informar que o paciente encontra-se com Fístula Perianal, Câncer Anorretal, Câncer Colorretal e Infecções do Trato Urinário diagnosticado recentemente. Manteremos seu afastamento de suas atividades profissionais e sociais por tempo indeterminado.
Dra. Astrid Merino Silverio
(RMS 2605609/PE)
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (05/04/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza desde sua última atualização médica ocorrida no dia 23 de março de 2025, sofreu alterações no seu quadro clínico. Entre os dias 31/03/2025 à 02/04/2025 o paciente apresentou fortes dores na região anal e via urunária o que levamos a suspender as prescrições medicamentosas via orais por 24 horas e estabelecer apenas as prescrições via Intravenosa.
Os exames laboratoriais apontou infecções no trato urinário no dia 02/04/2025 da qual prescrevemos tratamento via oral, desde o início de sua observação o paciente vem desenvolvendo elevada pressão arterial, fato comprovado em testes ergométricos, exames laboratoriais e medição arterial três vezes ao dia. Neste diagnóstico prescrevemos tratamento via Oral e adotamos a Monitorização Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA), devido a enfermidades de doenças do reto, neste momento não seria viável o diagnosticar um paciente com Hipertensão, sendo o mesmo observado.
O paciente voltou a ficar estável e sem dores no dia 04/04/2025 onde retornamos às prescrições medicamentosas via orais anteriores, adicionamos prescrições para o tratamento de infecções do trato urinário via oral e a continuação de prescrições via oral para o tratamento da Pressão Arterial.
Continuaremos com a Quimioterapia Intramuscular e Subcutânea para o Câncer Anorretal e Câncer Colorretal, analisamos a Radioterapia e Imunoterapia a depender da evolução do quadro clínico do paciente.
O paciente passará pelo primeiro procedimento cirúrgico no dia 25/04/2025 para a erradicação da Fístula Perianal, o profissional responsável é o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM - PE 26455 / RQE 10412), leva-se em consideração que poderá haver alterações a depender do quadro clínico.
Cabe-se informar que o paciente encontra-se com Fístula Perianal, Câncer Anorretal e Câncer Colorretal. Manteremos seu afastamento de suas atividades profissionais e sociais por tempo indeterminado.
Dra. Astrid Merino Silverio
(RMS 2605609/PE)
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (23/03/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza encontrou-se em observação desde a última atualização médica ocorrida em 10 de março de 2025 onde diminuímos as prescrições medicamentosas e suspendemos todas as medicações via Oral e Intravenosa no dia 19 de março de 2025 para se observar reações de efeitos negativos.
A suspensão de Quimioterapia Oral e Intravenosa ocorreu mediante a realização agendada e prevista da cirurgia da Fístula Perianal que o paciente possui, com a prescrição medicamentosa continua ocorreria a regressão no ato do procedimento cirúrgico. Devido ao retorno das dores crônicas continuamente de dores agudas, optamos no dia 20 de março de 2025 prescrever o retorno da Quimioterapia Oral e Intravenosa, suspendendo por tempo indeterminado a cirurgia da Fístula Perianal.
Renovamos as prescrições medicamentosas anteriores e optaremos acrescentar a Quimioterapia Intramuscular e Subcutânea.
Dra. Astrid Merino Silverio
RMS 2605609/PE
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÕES MÉDICAS (10/03/2025)
RECIFE - A equipe médica do paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza liderada pela médica responsável Dra. Astrid Merino Silverio (RMS 2605609/PE) nomeou nesta presente data (10/03/2025) o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM – PE 26455 / RQE 10412) que será responsável pelo estudo do caso e médico responsável para a erradicação da enfermidade do paciente.
Informamos que o paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza continua em Quimioterapia Oral, sendo observado e tratado com prescrições medicamentosas realizadas no dia 05/03/2025 sem sofrer alterações na prescrição, o mesmo se encontra com melhora, sem avanço das dores mas com sintomas leves da mesma.
Cabe-se informar que o paciente encontra-se com Câncer Anorretal e Fístula Perianal, sendo assim mantemos seu afastamento temporário de suas atividades profissionais e sociais.
Dra. Astrid Merino Silverio
(RMS 2605609/PE)
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (05/03/2025)
O paciente Sr. Rhuandeson do Carmo Pedroza ainda encontra-se em observação desde segunda-feira, 03/03/2025 quando queixou-se de fortes dores devido ao Câncer Anorretal que estendeu-se até a Fístula Perianal.
Além da prescrição de medicamentos atuais, realizamos outras prescrições medicamentosas com a finalidade de melhorar sua qualidade de vida. O paciente encontra-se em procedimentos de exames laboratoriais e quimioterapia Oral e Intravenosa com a finalidade de cirurgia da fistulectomia anal e a erradicação da doença.
Recomendamos ao paciente, o Sr. Rhuandeson do Carmo Pedroza a se afastar de suas funções profissionais por no mínimo 30 (trinta) dias. Devido às suas imensas responsabilidades profissionais, o mesmo encontra-se INAPTO para exercer suas funções, devido ao mesmo não está em suas faculdades mentais devido a introdução de prescrições medicamentosas.
Dra. Astrid Merino Silverio - RMS 2605609/PE
Médica Responsável